A Polícia Federal (PF) realiza na manhã desta sexta-feira (14) a Operação CID-F fase 2 em bairros de Maceió e Rio Largo.
Os policiais cumprem quatro mandados de prisão preventiva, 20 de busca e apreensão, além de 20 convocações para suspeitos prestarem esclarecimentos na sede da PF em Jaraguá.
De acordo com o delegado Antônio Miguel, o objetivo da ação é colher provas de interesse de inquérito policial que investiga fraudes contra o sistema previdenciário.
"Foram apreendidos documentos, um automóvel e computadores. A equipe ainda está na rua para cumprir os mandados de prisão. As pessoas que ainda não foram presas estão sendo procuradas pela PF", disse o delegado.
Já foram identificados 20 benefícios previdenciários que podem fazer parte do esquema da quadrilha. Se forem compravadas as irregularidades, os suspeitos podem ser indiciados pelos crimes de estelionato, formação de quadrilha, corrupção ativa e passiva, além de inserção de dados falsos nos sistemas corporativos da Previdência Social.Entre os investigados estão um contador, um assessor de escritório de advocacia, dois aliciadores e um servidor do INSS, que seria responsável por receber documentos e agendar perícias médicas para concessão de benefícios indevidos em troca de propina.
A ação é um desdobramento da operação CID-F, iniciada em junho do ano passado, que investiga fraudes em benefícios no INSS, quando foram presos médicos e peritos do INSS, que estariam envolvidos no desvio de mais de 12 milhões.





2 comentários