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Alagoas × Mulher × Política
Passados oito anos da fundação do PSOL, o deputado federal Ivan Valente (PSOL) diz não ver motivos para preocupação diante da notícia de que a ex-senadora Heloísa Helena estuda deixar o partido. Candidata à presidência pelo PSOL em 2006 e fundadora da legenda, Heloísa vem negociando a adesão ao novo partido que será criado pela também ex-senadora Marina Silva (sem partido). De acordo com Valente, o PSOL já se consolidou como um partido independente de Heloísa.
Como fica o PSOL sem Heloísa Helena?
Ela ainda não se pronunciou dentro do partido, é direito dela procurar outra alternativa. O que posso dizer é que ela é uma militante, tem importância histórica dentro do PSOL, na formação. Mas o PSOL se consolidou independente dela já. É uma perda para nós, mas o PSOL vai continuar como um partido já consolidado, de oposição. O partido da Marina não terá essas características de ideologia programática do PSOL, que já tem projeção nacional.
Quais sãos os projetos do partido para 2013?
Nosso partido já detonou uma campanha pela anulação da reforma da Previdência, com uma Adin (Ação Direta de Inconstitucionalidade) contra a decisão do julgamento mensalão, pedindo que os parlamentares condenados por compra de voto sejam cassados. Também participamos da frente parlamentar pelo fim do voto secreto, que é uma luta nossa, já foi votada em primeiro turno em 2006 e precisa ser colocada novamente em pauta para a votação em segundo turno. E também vamos retomar a luta contra o código florestal.
Como está o papel da oposição atualmente, depois que o PT passou a governar?
Houve uma queda. O DEM e o PSDB tentam ocupar o espaço deixado pelo PT na oposição, mas não conseguem. Eles não têm discurso para combater a proposta do PT, que já encampou uma série de propostas neoliberais, como as privatizações. Embora detentores da máquina, esses partidos estão sem discurso. O PSOL, apesar de não ter tempo na TV, não ter dinheiro, tem tido bons resultados eleitorais, resultados positivos.
Tribuna Hoje
Destaque × Policial × Segurança
Juntos, apaixonados e fanáticos por clubes de futebol já deram provas de que ocupar o mesmo espaço pode ser perigoso. Se neste meio estiver quem diz ser integrante de torcida organizada, mas que na verdade tem como objetivo praticar atos ilícitos, então, a explosiva mistura pode virar caso de polícia. Por isso, situações de ameaça, baderna e agressão ainda continuam sendo registradas dentro e fora dos principais estádios de futebol de Alagoas.
Apesar das tentativas de se impedir o avanço dos casos de violência envolvendo torcedores, a cada campeonato, cresce a preocupação por parte do Ministério Público Estadual (MPE) e da Polícia Militar, que tentam, ainda sem sucesso, dar um basta à violência nos estádios.
O receio, com isso, é o de que o confronto entre torcedores volte a fazer vítimas, como o jovem regatiano Jônatas Daniel dos Santos, de 24 anos, morto em 2012, à porta do Trapichão, por um torcedor do América de Natal.
E uma das medidas estudadas pelo Ministério Público Estadual (MPE) para tentar conter os registros de violência é a implantação do juizado do torcedor dentro do Estádio Rei Pelé. Entretanto, ainda não há previsão para isso acontecer, já que sugestão depende do Tribunal de Justiça de Alagoas.
De acordo com a promotora Denise Guimarães, da Promotoria de Defesa do Consumidor, o juizado iria atuar de forma objetiva e ágil junto aos infratores. "Com o juizado isso melhoria. Tudo seria feito no próprio estádio. Acredito que esta medida minimizaria e muito a violência", revelou a integrante do MPE.
Torcidas organizadas
É pensando em evitar confrontos como o registrado na última quarta-feira (06) entre torcedores de CRB e Santa Cruz-PE que o MPE e a Polícia Militar de Alagoas tentam disciplinar o acesso das torcidas organizadas aos estádios, a exemplo do pedido de extinção das duas maiores torcidas organizadas de Alagoas, a Mancha Azul (CSA) e Comando Vermelho (CRB), mas a Justiça não aceitou a ação.
"Chegamos a pedir a extinção das torcidas organizadas, mas o Tutmés Airan (desembargador) não concordou. Hoje acho que o problema não seja a torcida organizada, mas a falta de punição para os infratores", reforçou Denise Guimarães.
A integrante do MPE lembrou ainda que falta mais atenção pelo poder público, no sentido de se buscar soluções para o problema. Ou seja, maior fiscalização sobre quem vai para o estádio com o objetivo de praticar atos de vandalismo.
Venda de bebida fora do estádio e 'criminosos em torcidas'
A comercialização de bebidas alcoólicas no entorno dos estádios, principalmente o Rei Pelé, no Trapiche, agrava a situação, segundo Denise Guimarães. "Dentro do estádio ainda é proibida a venda de bebida, mas fora, não. Tentamos mudar isso, mas recorreram", reforçou a promotora.
Já o comandante de Policiamento da Capital (CPC), tenente-coronel Gilmar Batinga, disse que a situação já foi pior. Entretanto, ele reconhece que as torcidas organizadas ainda dão trabalho para a Polícia Militar. "Hoje as torcidas organizadas estão cumprindo algumas determinações como a ocupação de determinada parte do estádio", recordou.
O principal problema envolvendo as torcidas organizadas, segundo reconhecem promotores e a Polícia Militar, é que "algumas pessoas" com objetivos bem diferentes do que apenas torcer pelo seu clube favorito continuam se infiltrando nos grupos. "O problema é que tem gente ligada ao mundo do crime infiltrada dentro das torcidas organizadas", emendou o oficial.
Violência
E o Ministério Público segue a temer o pior. Isso porque outro exemplo de que as ações tomadas até então não têm sido suficientes foi registrado no fim do mês passado, quando torcedores do CSA invadiram o gramado do estádio Orlando Gomes, o Orlandão, no município de União dos Palmares. O incidente resultou em pancadaria envolvendo integrantes da Mancha Azul e militares do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope).
Ao saber do caso através da imprensa, o promotor de Justiça de União dos Palmares, Antônio Villas Boas, solicitou a apuração do fato pelo Comando da Polícia Militar. “Baixei portaria e oficiei ao Comando da PM pedindo a apuração do caso. Também comuniquei esta medida ao presidente da Federação Alagoana de Futebol”, revelou o promotor.
Segundo o integrante do MPE, pode ter havido abuso por parte da Polícia Militar. “O poder público tem que atuar. Lugar de torcedor é na arquibancada, mas não se justifica excessos por parte da polícia”, acrescentou o promotor, acrescentando que o MP já agendou uma reunião envolvendo integrantes do MPE, PM e torcidas organizadas, para se discutir questões relacionadas ao campeonato. O objetivo, segundo ele, será a assinatura de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), para se disciplinar os jogos que irão acontecer.
O promotor Max Martins, que também acompanha de perto as polêmicas envolvendo as torcidas organizadas, disse que a preocupação ressurge a cada início de campeonato. “Continuamos acompanhando de perto as torcidas organizadas. É uma preocupação permanente”, reforçou.
Ainda segundo levantamento do MPE, Alagoas já conta com cerca de dez torcidas organizadas. As três maiores mantêm ligação com CSA, CRB e ASA, os clubes de maior tradição no Estado.
Gazetaweb
Alagoas × Turismo
Diferente de outros anos, quando a cidade de Maceió ficava esvaziada no período de carnaval, este ano, em pleno domingo (10) de carnaval, muitos foliões alagoanos e turistas permaneceram na cidade, para a alegria de ambulantes poderão faturar um dinheirinho a mais neste feriado prolongado.
Começando pela praia de Cruz das Almas, seguindo por Jatiúca, Ponta Verde, Pajuçara e até a Avenida, os alagoanos, juntamente com turistas movimentaram o litoral da capital alagoana, movimentando a cidade e consumindo nos mais diversos pontos de venda de bebidas e alimentação da região.
Na Pajuçara por exemplo, estacionamentos cheios e apesar de serem “gratuitos”, os “flanelinhas” faturam com a presença dos foliões. “Tem coisa melhor que escutar músicas de carnaval, tomar banho de praia e faturar um dinheirinho. Podemos fazer tudo ao mesmo tempo e garantir a segurança desse monte de carros aqui”, disse Arivaldo Santos, 25 anos.
Deixando o estacionamento e partindo para a beira da praia, os tradicionais alimentos e bebidas podem ser facilmente encontrados neste dia. De acordo com Véria Lúcia Moreira, 45 anos, vendedora de Acarajé e bebidas, o movimento tem sido positivo em comparação com outros anos.
“No ano passado por exemplo, como nem todo lugar tinha movimento, ou a gente ia para o interior, ou ficava se amontoando aqui, um vendedor em cima do outro. Esse ano está dando para todo mundo trabalhar e ganhar o seu dinheirinho”, afirmou.
Se por um lado os ambulantes comemoram, os foliões também não tem do que reclamar quando aos serviços. “A orla de Maceió tem vários pontos em que você pode escolher como quer curtir. Eu gosto da movimentação, do calor humano, então vim para a Pajuçara e além de ter o que eu gosto, tem tudo o que a gente precisa, muito bom”, disse Luciano Silva, despachante de 32 anos.
Cada Minuto
Brasil × Destaque × Política
Um dia após enfatizar que a palavra final sobre a perda do mandato dos deputados condenados no processo do mensalão é do Legislativo, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), disse nesta quarta-feira (6) que não há "o menor risco de confronto" da Casa com o Supremo Tribunal Federal (STF) e disse que a Casa se limitará a cumprir formalidades para cumprir a determinação de cassar o mandato. "Coisas de formalidade legal e ponto", observou o deputado.
"Não há a menor possibilidade, o risco mínimo, de qualquer confronto entre o Legislativo e o Judiciário. Zero. Quem pensar diferente, é como diz o dito popular, pode tirar o cavalinho da chuva. Não há a menor possibilidade. É imenso o respeito do Legislativo com o Judiciário, e vice-versa", destacou Henrique Alves na saída de uma visita de cortesia ao presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa.
No final do ano passado, no julgamento do mensalão, o Supremo Tribunal Federal determinou a perda do mandato parlamentar dos deputados federais condenados no processo. É o caso de Pedro Henry (PP-MT), Valdemar Costa Neto (PR-SP), João Paulo Cunha (PT-SP) e José Genoino (PT-SP).
Indagado na segunda (4), dia em que assumiu o comando da Câmara, se a decisão de casar os mandatos caberia aos deputados ou à Suprema Corte, Henrique Alves disse: “Eu já falei sobre isso. Essa é a lógica da Câmara”.
Na terça (5), Barbosa disse não acreditar que a Câmara dos Deputados possa vir a descumprir a decisão da corte que determinou a perda dos mandatos de parlamentares condenados no julgamento do mensalão. “Isso é só especulação. Não acredito que isso vá ocorrer”, ponderou o magistrado. Depois, no mesmo dia, Henrique Eduardo voltou a reiterar sua posição.
Destaque × Mundo × Natureza
O tsunami com ondas de cerca de 1 metro de altura que atingiu parte das Ilhas Salomão nesta quarta-feira (6) deixou cinco pessoas mortas e três feridas, além de ter destruído dezenas de casas e invadido a pista de um aeroporto, segundo dados das autoridades locais e hospitais. As ondas atingiram a região após um poderoso terremoto de magnitude 8, segundo o Instituto Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês), sacudir o Pacífico Sul.
Pouco depois do tremor, um alerta de “tsunami destrutivo” foi emitido para a região. O Centro de Alerta de Tsunami do Pacífico cancelou o aviso de ondas gigantes depois de mais de três horas após o terremoto.
A cidade mais afetada foi Lata, na ilha de Santa Cruz, onde as ondas alcançaram cerca de 90 centímetros. Médicos do hospital da cidade reportaram as cinco mortes – uma das vítimas era uma criança do sexo masculino. As outras quatro eram idosos – três mulheres e um homem.
As ondas invadiram entraram cerca de 500 metros em terra firme, inundando a pista do aeroporto de Lata e as vilas da região, destruindo dezenas de casas. Moradores buscaram refúgio em locais elevados. Pelo menos quatro vilas foram afetadas pelo tsunami, as os primeiros balanços apontam até 70 casas danificadas.
Moradores da capital das Ilhas Salomão, Honiara, a 580 km do epicentro, disseram que o tremor não foi sentido, mas algumas aldeias ficaram destruídas.
As ondas atingiram parte das Ilhas Salomão. Segundo o USGS, uma onda de 55 cm de amplitude foi registrada na província Norte de Nova Caledônia, em Hienghène, e uma de 48 cm na ilha de Lifu. Uma onda menor, de 18 cm, foi observada em Vanuatu.
Em Fiji, sirenes de alerta foram ouvidas, segundo os locais. O Serviço Meteorológico japonês registrou ondas de 40 centímetros na ilha de Hachijo, a cerca de 290 km ao sul de Tóquio. Nas ilhas de Kyushu e Shikoku houve ondas de 20 centímetros.
O USGS registrou cinco tremores nesta madrugada na região – o primeiro, à 0h07 no horário local (21h07 desta terça em Brasília), de magnitude 6.3 e profundidade de 10 km. O tremor mais forte, de magnitude 8, foi registrado a 1h12, com profundidade de 5 km, e a uma distância de 347 km da cidade de Kira Kira, nas Ilhas Salomão.
Logo em seguida, a 1h23, houve um tremor de magnitude 6.4 na mesma região, a uma profundidade de 10 km. A 1h54 houve outra réplica, de magnitude 6.6 e profundidade de 10 km, e às 6h35 um tremor de magnitude 6.3, a uma profundidade de 10 km. Outras dezenas de réplicas menores continuam sendo sentidas.
Do G1
Alagoas × Cultura × Geral
Já estão abertas as inscrições para a 14ª Edição da Festa da Música Alagoas (Femusesc), que será realizada nos dias 06 e 07 de abril, no Teatro Deodoro, no bairro do Centro. O Femusesc é um encontro de artistas da terra que tem como objetivo divulgar a cultura alagoana ao público.
Serão selecionados 14 artistas que vão desde cantor solo até coral. Segundo o organizador do evento, Clilton Feitosa, qualquer pessoa ou grupo pode se inscrever. “Não há restrição de gênero musical e nem da quantidade de pessoas que irá se apresentar”.
Os artistas selecionados serão contemplados com minicursos, além da divulgação artística, valorização da produção local e a gravação ao vivo do CD e DVD coletâneo durante a apresentação no Teatro Deodoro.
Ainda durante a ação, será realizada a "Femusesc na Escola", um projeto que leva os artistas às escolas públicas dos municipios de Palmeira dos Índios, Arapiraca, Teotônio Vilela, Viçosa, Penedo e em Maceio. O evento também acontecerá na Unidade Sesc Jaraguá.
“Quem for selecionado vai poder mostrar para as crianças alguns instrumentos musicais e divulgar sua música. Além disso, farão shows em praças públicas no Estado. Eles terão todo o apoio financeiro e estrutural”, ressaltou Feitosa.
Os artistas também participarão do "Circulação Musical", onde farão shows em alguns municípios de Alagoas.
"O evento é muito importante para os artistas divulgarem o seu trabalho e atrair plateia. A cantora Millane Hora foi descoberta no nosso festival. É muito gratificante poder ver que as pessoas aceitam o trabalho do músico alagoano", destacou Feitosa.
Inscrições
As inscrições da FEMUSESC estão abertas até o dia 28 de fevereiro. O regulamento completo e a ficha de inscrição estão disponíveis no site do Sesc.
As inscrições da FEMUSESC estão abertas até o dia 28 de fevereiro. O regulamento completo e a ficha de inscrição estão disponíveis no site do Sesc.
Por G1
Alagoas × Destaque × Policial
Os pais do menino de dois anos que morreu vítima de espancamento, na noite de segunda-feira (4), podem ser responsabilizados por negligência no caso. O delegado Odemberg Paranhos informou que, apesar dos irmãos do menino, de 11 e 13 anos, terem confessado que o espancaram, o pai e a mãe serão investigados e podem responder criminalmente.
O menino morava com o pai e os dois irmãos no Conjunto Virgem dos Pobres III, na periferia de Maceió. Ferido, ele chegou a ser levado pelo pai, o pintor Daniel Lealdo Melo, para o Hospital Geral do Estado (HGE), mas já chegou sem vida. Na delegacia, os irmãos confessaram a agressão.
O menino morava com o pai e os dois irmãos no Conjunto Virgem dos Pobres III, na periferia de Maceió. Ferido, ele chegou a ser levado pelo pai, o pintor Daniel Lealdo Melo, para o Hospital Geral do Estado (HGE), mas já chegou sem vida. Na delegacia, os irmãos confessaram a agressão.
O delegado informou ao G1 que o menino de 11 anos foi liberado depois de ser ouvido. Para isso, o pai do menino assinou um Termo de Responsabilidade para que ele seja acompanhado pelo Conselho Tutelar. “Como se trata de criança, o menino não poderia ficar detido, mas deverá comparecer à delegacia para esclarecimentos”, afirmou o delegado.O outro filho de 13 anos foi encaminhado para a Casa de Custódia. O caso será investigado pela delegada Bárbara Arraes, da Delegacia de Crimes Contra a Criança e o Adolescente.
Sobre os pais da vítima, Paranhos disse que ela já havia sido abandonada pela mãe. Na época, o pai resgatou a criança e disse que a mãe era viciada e drogas.
“O pai trouxe comprovantes de que havia feito dois Boletins de Ocorrência contra a mãe e uma denúncia na Defensoria Pública. Ele afirmava que ela tinha problemas com drogas e não se interessava pelo menino. Inicialmente o pai foi liberado, mas se as investigações apontarem que ele era negligente e deixou os filhos sozinhos em casa sabendo que o menino era agredido ele pode responder por isso”
Conselho Tutelar acompanhava o caso
A conselheira tutelar Sheyla Rocha disse que acompanha o caso da criança de dois anos desde que a foi abandonada pela mãe. Ela contou que o pai sempre comparecia ao Conselho Tutelar. “O pai esteve com o filho na semana passada pedindo uma vaga na creche. Pelo que pudemos perceber, o menino estava bem e não aparentava maus tratos”, contou.
A conselheira tutelar Sheyla Rocha disse que acompanha o caso da criança de dois anos desde que a foi abandonada pela mãe. Ela contou que o pai sempre comparecia ao Conselho Tutelar. “O pai esteve com o filho na semana passada pedindo uma vaga na creche. Pelo que pudemos perceber, o menino estava bem e não aparentava maus tratos”, contou.
Sheyla disse que a família é carente e o pintor tentava cuidar do menino depois que ele foi abandonado pela mãe. “Vamos ver como está a situação da família e acompanhar o menino de 11 anos com psicólogos e assistentes sociais”, afirmou.
Por G1
Alagoas × Educação × Geral
Os servidores públicos estaduais da Companhia de Administração de Recursos Humanos e Patrimoniais (Carhp), realizaram nesta segunda-feira (4), uma mobilização para reivindicar o pagamento de reposição salarial referente aos anos de 2006 a 2010.
Cerca de trinta profissionais se reuniram em frente à sede da Carhp, no bairro do Poço, em Maceió. Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Setor Público Agrícola e Ambiental de Alagoas (Sindagro-AL), Sebastião Alexandre dos Santos, os servidores já ganharam a causa no Tribunal Regional do Trabalho, mas o Estado ainda não cumpriu a determinação. "Não há valorização do servidor, muito menos investimento em capacitação, além do salário ser irrisório. O governo 'obriga' o servidor a fazer bico para sobreviver", reclama Sebastião.
O sindicato diz que, por enquanto, os servidores não estão em greve e que essa mobilização ocorrerá em todo o estado até a próxima quinta-feira (7). Se até lá nada for decido, haverá uma assembleia para definir o que a categoria vai fazer.
Por G1
Alagoas × Destaque × Trânsito
Seis pessoas da mesma família ficaram feridas após uma colisão entre um carro e um ônibus na rodovia AL-101 Norte, no município de Paripueira, na manhã deste domingo (3). O ônibus estava parado em um ponto para desembarque de passageiros quando foi atingido pelo carro, um Pálio com placa de Maceió/AL, que invadiu a contramão.
Além de uma criança de 12 anos, as vítimas foram identificadas como Aloísio Lopes Ferreira, 61; Juciara Fagundes de Araújo, 32; Adriana Ferreira Fontan, 32; Itaitan Fagundes de Araújo, 41, e Alexsandro Correira, 36.
Segundo o cabo Lessa, do BPRv , o condutor do Pálio, Aloísio Lopes, não havia ingerido bebida alcoólica, mas disse que estava sob efeito de remédio controlado. "O motorista afirmou ainda não lembrar do que aconteceu, só que saiu da cidade de Passo do Camaragibe com destino a Maceió", contou Lessa.De acordo com militares do Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv), o carro seguia da cidade de Passo do Camaragibe quando o motorista perdeu o controle da direção e invadiu a pista contrária. O veículo atingiu o ônibus da empresa Real Alagoas, que fazia a linha Maceió/ Paripueira.
As seis pessoas que estavam no carro ficaram feridas. Elas foram socorridas por equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e do Corpo de Bombeiros e encaminhadas para o Hospital Geral do Estado (HGE). Nenhum passageiro do coletivo ficou ferido.
Do G1 AL












